No Cine Villa Bella & Clube de Ilhabela, alunos da E.M. Prof. José Antônio Verzegnassi estrearam o curta-animação “Não adianta podar que a gente brota”, celebrando arte, educação e meio ambiente.
Cinema escolar e comunidade em cena
Na sexta-feira, 7 de novembro, o Cine Villa Bella & Clube, em Ilhabela, foi palco de um momento marcante: a estreia do curta-metragem Não Adianta Podar que a Gente Brota, produzido pelos alunos da E.M. Prof. José Antônio Verzegnassi, com orientação da professora de Arte Jéssica Sato e apoio da Secretaria de Educação de Ilhabela.
O evento reuniu cerca de 350 pessoas, distribuídas em cinco sessões com lotação máxima — alunos, familiares e convidados lotaram o espaço.
Uma animação com mensagem de floresta e resistência
O filme narra a jornada de “Floresta”, guardiã da mata, que confronta a destruição provocada por um misterioso “bicho da raiva”. Por meio de dança, música e ancestralidade, a animação trata de dor, resistência e esperança de transformação e paz.
Para a gestora do cinema, Viviane Fonseca, esse lançamento foi “mais do que um filme, uma celebração da arte, da educação e da força do crescimento, mesmo diante dos desafios”.
Educação, expressão e impacto coletivo
Essa iniciativa evidencia como a arte pode ser uma ferramenta poderosa no ambiente escolar. Com o apoio da comunidade, da equipe pedagógica, da Secretaria de Educação e do cineclube local, o projeto permitiu que os alunos se expressassem, aprendessem e se conectassem com temáticas profundas.
Ele também fortalece a relação entre escola e comunidade, contribuindo para a formação de cidadãos críticos e criativos.
Por que esses projetos importam
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O envolvimento dos alunos em produção audiovisual amplia competências como criatividade, trabalho em grupo e consciência ambiental.
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O tema do curta reforça a discussão sobre sustentabilidade e identidade, valores cada vez mais centrais.
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A visibilidade dada ao projeto inspira outras escolas e comunidades a apostar em formatos inovadores de arte-educação.
Próximos passos e ampliação
Para dar continuidade a esse impacto, recomenda-se:
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Divulgar o curta em outros espaços, como festivais escolares ou mostras regionais.
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Formalizar o projeto como ação contínua na escola, com laboratórios ou clubes de cinema.
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Integrar o filme ao currículo ou a atividades de educação ambiental e artística.
Fonte: Prefeitura de Ilhabela/SP

